Projeto SPIN

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SPIN Women arranca com focus group


Projeto de inclusão de mulheres provenientes de grupos minoritários, migrantes ou refugiadas no desporto.

O Sindicato dos Jogadores promoveu um focus group no âmbito do projeto SPIN Women, uma sessão informal com diferentes organizações, dentro e fora do âmbito desportivo, através da qual se debateram problemas, desafios e estratégias para a inclusão das mulheres no e através do desporto.

O SPIN – Sport Inclusion Network, financiado pelo programa Erasmus+, é um projeto que o Sindicato integra desde 2011 e que foi renovado para o biénio 2019/2020.

Nos próximos dois anos, o foco do projeto será a integração de mulheres, provenientes de grupos minoritários, migrantes ou refugiadas, por se reconhecer um conjunto de problemas e necessidades específicas neste contexto.

O focus group, moderado por João Oliveira, contou com a presença do Clube Futebol Benfica (representado pelo presidente Domingos Estanislau e por Carlos Figueiredo), da Federação Portuguesa de Corfebol (representada por Mário Almeida e Paula Gomes, presidente da Direção e Secretária-Geral, respetivamente), da Associação de Solidariedade Social Assomada (representada por Assunção Fernandes), da Associação Nacional de Futebol de Rua (representada por Ana Paulos), da Câmara Municipal de Odivelas (representada por Joana Pacheco e Carla Silva), de Maria Teresa Vieira (representante da comunidade cigana, indicada pelo Alto Comissariado para as Migrações) e, ainda, Carla Couto, embaixadora do Sindicato dos Jogadores para o futebol feminino.

Joaquim Evangelista, presidente do Sindicato dos Jogadores enalteceu a importância do projeto e os objetivos para mais dois anos de SPIN:

“Estou muito satisfeito com a adesão que conseguimos logo no primeiro evento realizado. Esta sessão serve para conhecermos a realidade, os problemas e necessidades das mulheres em diferentes faixas etárias, especialmente as que provêm de contextos minoritários e marginalizados. Estou certo de que Portugal produziu valiosas conclusões para o trabalho que se segue. À semelhança do que fizemos, focados nos refugiados, queremos dotar o desporto de mais e melhores ferramentas para a inclusão das mulheres. A todos os participantes, deixo o meu agradecimento”.

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